Essa frase resume bem alguns momentos. Ou o meu momento. Engraçado até. E tem tudo a ver com o que quero falar. Mas não sei se posso... Não sei se devo. Só sei que penso. E como penso. Como divago muito e toda hora e em todo lugar, não podia deixar de passar essa oportunidade. Em vários momentos da vida o SE vem primeiro... só depois que vem a CERTEZA. Nem sempre a certeza vem, mas o “se”... sempre está lá. Em todas as áreas das nossas vidas, seja na infância, adolescência, a fase adulta então, acho que é ainda pior. No trabalho, na faculdade, com a família, na amizade, no amor. Ah o amor... mas eu lá sei o que é o amor? Nem sei se eu sei, mas é aí que nosso amigo “se” entra. SE eu sei o que é e SE já senti o real amor de amar, não sei. Mas tenho a CERTEZA que amor de família eu tenho. Amor de amigo também. Já o outro amor... ahhh aquele amor que todo mundo quer. Nessa questão eu ainda continuo no SE. Ainda. Porque daqui a pouco, pode virar uma certeza.
Engraçado é pensar nessas fases da vida. Há dois anos eu achava que uma “coisa” era tudo. Era o SE. Agora eu vejo que não é nada. É a certeza. Hoje não tem sentido algum algo que há dois anos tinha todo sentido e era o único sentido. Vai entender... Amadurecimento, valores, conhecimento, intimidade. Há oito meses, não tinha nada a ver, era coisa do verão. Hoje tem tudo a ver e é coisa de entrosamento, sintonia... Mesmo que sem parecer nada fisicamente, signifique muito emocionalmente. Mas ainda não é certeza. Mas é um “se” bom, importante pra alguma coisa e com um ponto de esperança. SEmpre.
